terça-feira, 20 de outubro de 2015

Externalidades

   Em economia, as externalidades (ou efeitos sobre o exterior) são o efeito, benéfico ou prejudicial, que uma dada atividade económica tem sobre terceiros, que não estão envolvidos nessa atividade, ou seja, envolvem uma imposição involuntária.
   Tanto podem ser positivas (quando os efeitos são benéficos) como negativas (quando os efeitos são prejudiciais).
    
   Externalidades positivas:
    - Investigação e desenvolvimento, pois, por norma, os seus efeitos são muito positivos sem que se tenha que pagar;
    - Bens públicos, como a saúde pública, as infra-estruturas viárias, a educação, a defesa e segurança, entre outros.

   Externalidades negativas:
     - poluição ambiental provocada por certas atividades económicas;
     - produção e consumo de drogas ilícitas.

   Deste modo, é necessária uma intervenção do Estado através  de incentivos à oferta de atividades que constituem externalidades positivas (ex: subsidiando investigações) e para tentar impedir externalidades negativas (ex: criando regulamentações para controlar a emissão de poluentes pelas fábricas).


Fontes: http://www.priberam.pt/dlpo/externalidade
            http://knoow.net/cienceconempr/economia/externalidades/

Maria Franca

O Índice de Desigualdade de Gênero

O Índice de Desigualdade de Género (IDG) é composto por três dimensões: saúde, autonomia e atividade económica. A desigualdade na atividade económica é medida pela participação de homens e mulheres no mercado de trabalho. 
O índice mede a perda no desenvolvimento humano resultante da desigualdade entre homens e mulheres, variando também de 0 a 1. No entanto, ao contrário do índice de desenvolvimento humano, quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade entre os géneros.
O relatório de 2010 aponta que países com baixo IDH geralmente apresentam um alto índice de desigualdade de género. Lideram a lista: Camarões (0,763), Libéria (0,766), República Centro-Africana (0,768), Papua Nova Guiné (0,784) e Afeganistão (0,797). Os países com maior igualdade de género são Holanda (0,174), Dinamarca (0,209) e Suécia (0,289).


Simão da Silva

Esperança média de vida


O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela ONU para todos os países, é uma síntese das condições de vida dos lugares que representa, pois leva em consideração as informações a respeito dos níveis de esperança de vida, de renda per capita e de escolarização. A maior parte dos países africanos apresenta IDH considerado baixo. Mesmo os países que apresentam melhor desempenho, conseguiram atingir apenas o nível médio.

Diogo Mingachos, Nº7

Taxa de Natalidade


Taxa de Natalidade



Portugal vai ter em 2015 a segunda pior taxa de fecundidade do Mundo, revela relatório da ONU


Portugal vai ter nos próximos quatro anos a segunda mais baixa taxa de fecundidade do Mundo, com apenas 1,3 filhos por mulher, apenas ultrapassado pela Bósnia-Herzegovina (1,1), de acordo com um relatório hoje divulgado pelas Nações Unidas. 

Em contrapartida, apresenta o 11 melhor lugar na mortalidade até aos cinco anos de vida, com 3,7 crianças falecidas em cada mil que nascem, ainda  segundo o Relatório sobre a Situação da População Mundial 2011.

Sic Notícias

Bernardo Gonçalves

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

IDH - Angola

“O investimento para a investigação em saúde irá, de forma mais efectiva, atingir ganhos significativos para o incentivo dos trabalhadores do sector, para que tenhamos um povo mais saudável e, por isso, mais hábil para produzir riqueza e contribuir para o desenvolvimento do país”, enfatizou o governante na província da Huíla.
Destacou que a Política Nacional de Saúde e o Plano
Nacional de Desenvolvimento Sanitário 2012/2025 identificam como orientação estratégica, a investigação em saúde, considerada como uma ferramenta fundamental para gerar conhecimentos e soluções relativas aos problemas de saúde no quotidiano.



PPC - Paridade do Poder de Compra

Paridades do Poder de Compra são conversores monetários que permitem comparar as componentes do PIB, bem como os níveis de preços, uma vez que eliminam os efeitos provocados pelas diferenças de preços entre países.
A PPC é necessária visto que a comparação do PIB (Produto Interno Bruto) numa moeda comum não revela com precisão as diferenças materiais. Pelo contrário, este método tem em conta todas as diferenças nos rendimentos, assim como os diferentes custos de vida. 

- Os 15 países com maior poder de compra em 2010

# País PIB (PPC)
— mundo Mundo 74430 bilhões
— União Europeia União Europeia 14900 bilhões
1 Estados Unidos EUA 14720 bilhões
2  República Popular da China 10084 bilhões
3 Japão Japão 4338 bilhões
4 Índia Índia 4046 bilhões
5 Alemanha Alemanha 2960 bilhões
6 Rússia Rússia 2229 bilhões
7 Brasil Brasil 2194 bilhões
8 Reino Unido Reino Unido 2181 bilhões
9 França França 2160 bilhões
10 Itália Itália 1782 bilhões
11 México México 1560 bilhões
12 Coreia do Sul Coreia do Sul 1460 bilhões
13 Espanha Espanha 1347 bilhões
14 Canadá Canadá 1335 bilhões
15 Indonésia Indonésia 1030 bilhões


PPS - Paridade de Poder de Compra Padrão ("Purchasing Power Standard)

É a unidade monetária comum (ainda que artificial) usada na União Europeia de modo a eliminar diferenças ao nível de preços entre países.
O poder de compra da UE é uma média ponderado do poder de compra de todos os países membros, mostrando o nível de preços médio.


Fontes:
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Paridade_do_poder_de_compra
- http://economiafinancas.com/2012/o-que-sao-paridades-do-poder-de-compra-ppc/

Joana Ferreira
nº10  12ºA
Taxa de Alfabetização


Maria Carolina

Príncipes do Nada - A "casa das mães"


                                                                                             Marisa Rodrigues
Taxa de Natalidade


Ao observarmos o gráfico da taxa de natalidade podemos verificar que há dois tipos de países. Países Desenvolvidos (Alemanha,  Argentina, Austrália e Bélgica) que têm uma taxa de natalidade baixa, e Países em Desenvolvimento (Afeganistão, Angola, Bolívia e o Brasil) que têm uma taxa de natalidade elevada.


A que se deve?
Para os países desenvolvidos ultrapassarem o antigo regime demográfico, tiveram que se sujeitar à revolução industrial. Agora, a natalidade é baixa porque há um maior número da população feminina a ter acesso ao mercado de trabalho. Aumento dos encargos com a educação dos filhos tornando-se estes muito dispendiosos. Os pais têm de renunciar a certas atividades com o nascimento de um filho. As mulheres têm acesso à educação e recorrem a planeamentos familiares.
Nos países subdesenvolvidos a taxa de natalidade é elevada devido à inexistência de planeamento familiar, há também uma elevada percentagem de jovens que casam precocemente.  Devido à religião da maioria da população não podem usar métodos anticoncepcionais. Os filhos são uma fonte de rendimento. Ainda existe um baixo nível de escolaridade.

Ana Rute Rodrigues

Psi20 desce

A descida do Psi20 deve-se ao impasse político na formação de um novo governo.
 Esta queda deu-se sobretudo depois da reunião entre o PS e o Bloco de Esquerda. 
Deve-se essencialmente ao facto de os investidores temerem que um governo de esquerda comprometa alguns compromissos europeus. 
Este decréscimo foi de 3,05%.



 Inês Adelino

Indicador Demográfico - Taxa de Natalidade





                                                                             Marisa Rodrigues


Taxa de natalidade

A taxa de natalidade é um indicador demográfico simples. 
Para a calcular existe a seguinte fórmula:



Observemos a seguir os resultados da taxa de natalidade na Europa em 2009:


Fonte: http://desmitos.blogspot.pt/2011/04/bomba-relogio-3.html


Inês Adelino



sábado, 17 de outubro de 2015

Taxa de crescimento da população (%)

AnoMundoÁfricaÁsiaEuropaAmérica LatinaAmérica do NorteOceania
1 AD100 000
1500110 000
1750791 000106 000502 000163 00016 0002 0002 000
1800978 000107 000635 000203 00024 0007 0002 000
18501 262 000111 000809 000276 00038 00026 0002 000
19001 650 000133 000947 000408 00074 00082 0006 000
19502 518 629221 2141 398 488547 403167 097171 61612 812
19552 755 823246 7461 541 947575 184190 797186 88414 265
19603 021 475277 3981 701 336604 401218 300204 15215 888
19653 334 874313 7441 899 424634 026250 452219 57017 657
19703 692 492357 2832 143 118655 855284 856231 93719 443
19754 068 109408 1602 397 512675 542321 906243 42521 564
19804 434 682469 6182 632 335692 431361 401256 06822 828
19854 830 979541 8142 887 552706 009401 469269 45624 678
19905 263 593622 4433 167 807721 582441 525283 54926 687
19955 674 380707 4623 430 052727 405481 099299 43828 924
20006 070 581795 6713 679 737727 986520 229315 91531 043
20056 453 628887 9643 917 508724 722558 281332 15632 998

Previsão da ONU é que população mundial se aproxime de 11 bilhões em 2100.



Rute Simões 

Indicador demográfico

Taxa de mortalidade infantil



Rita Santos

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Índice de Pobreza Humana (IPH)

O Índice de Pobreza Humana (IPH) é um índice criado pela ONU em 1997 para medir a pobreza humana e que utiliza no seu cálculo três dimensões base:
  •   Longevidade: representada pela percentagem de pessoas que morrem antes dos 40 anos;
  •   Conhecimento: representado pela percentagem de adultos analfabetos;
  •   Nível de vida: representado pela percentagem de pessoas com acesso a serviços de saúde, percentagem de pessoas com acesso a água potável e percentagem de crianças subnutridas.

O Índice de Pobreza Humana divide-se em IPH-1 e IPH-2.
O IPH-1 é o índice de pobreza em relação aos países menos desenvolvidos e calcula-se recorrendo à probabilidade à nascença de não viver até aos 40 anos, à taxa de analfabetismo de adultos, à média não ponderada da população sem acesso sustentável a fontes de água melhorada e das crianças com baixo peso para a idade;
O IPH-2 é o índice de pobreza dos países mais desenvolvidos e tem como base a probabilidade à nascença de não viver até ao s60 anos, pessoas funcionalmente analfabetas e desemprego de longa duração.



 
Fontes:

Tânia Ribeiro


Criadores do IDH

O índice de desenvolovimento humano (IDH)  foi desenvolvido em 1990 pelo escritor e  economista indiano, Amartya Sen, que foi galardoado com o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel de 1998, e que  recebeu doutoramento honoris causa pela Universidade de Coimbra, em 2011; e pelo  Mahbub ul Haq, economista paquistanês, pioneiro da Teoria do desenvolvimento humano e criador do Relatório de Desenvolvimento Humano. Este índice tem vindo a ser  usado desde 1993, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no seu relatório anual.



 
Amartya Sen e Mahbub ul Haq
Fontes:
https://www.google.pt/search?biw=1280&bih=705&tbm=isch&sa=1&q=amartya+sen+e+mahbub+ul+haq&oq=amartya+sen+e+mahbub+ul+haq&gs_l=img.3...368000.379866.0.380226.16.16.0.0.0.0.119.1286.15j1.16.0....0...1c.1.64.img..14.2.203.oDUmaKNUW2M&dpr=1&cad=cbv&sei=ngIdVrmkGIqua6CciqAP#imgrc=oAFSYCGRt9hlKM%3A&sei=ngIdVrmkGIqua6CciqAP

Patrícia Santos 

domingo, 11 de outubro de 2015

Curva de Lorenz

CURVA DE LORENZ

Em economia, a Curva de Lorenz é uma representação gráfica da distribuição relativa de um determinado rendimento estudado, e foi desenvolvida por Max O. Lorenz em 1905 para representar a desigualdade da distribuição da riqueza/rendimento.

A curva é um gráfico que mostra qual a percentagem total de rendimento, y%, que uma dada população, x%, tem.


 EXPLICAÇÃO:


Um ponto na curva de Lorenz representa, por exemplo, a informação: “20% de toda a população tem 10% de todo o rendimento”.

Uma distribuição perfeitamente igualitária do rendimento seria uma onde cada pessoa teria o mesmo rendimento, ou seja, x% da população teria sempre x% do rendimento., pelo que em termos gráficos pode ser representado pela reta gráfica x=y, chamada de “linha de distribuição perfeita”.

Por outro lado, numa distribuição totalmente desigual de rendimento uma pessoa possuiria todo o rendimento existente.
Neste caso a curva estaria em y=0 em todo o x<100, e em y=100 quando x=100. 
Esta curva é denominada de “curva de desigualdade total”.


Políticas de redistribuição

A redistribuição dos rendimentos é o processo através do qual o Estado e outras instituições procedem à recolha de rendimentos e à sua transferência para os cidadãos mais necessitados, corrigindo assim as desigualdades provocadas pela repartição primária dos rendimentos.

 

Estas instituições canalizam as transferências quer para as empresas quer para as famílias, sob diversas formas.

Para as famílias: 


- Fornecimento de bens e serviços coletivos, gratuitamente ou através de pagamento parcial; 
- Pensões e subsídios vários; 


Para as empresas: 


- Subsídios à produção em determinados sectores; 
- Isenção de impostos. 

O essencial da redistribuição é feito através da Segurança Social. 


Objetivos: 



As desigualdades provocadas pela repartição primária do rendimento levam a que o Estado intervenha. Para isso são desenvolvidas várias políticas de redistribuição levadas a cabo pelo Estado, das quais se referem: 


Política de Preços: aplicação de impostos indiretos sobre o consumo de bens e serviços consumidos pelas classes de rendimentos mais elevados. Atribuição de subsídios aos bens ou serviços de primeira necessidade de forma a torná-los mais acessíveis à população com menores recursos, como a saúde e a educação. 


Política Social: criação de sistemas de segurança social, que garante a proteção dos cidadãos em situações de invalidez, desemprego ou velhice. 


Política Fiscal: aplicação de impostos diretamente sobre os rendimentos das pessoas ou indiretamente sobre os bens e serviços. 

Ana Correia nº1 12ºA

sábado, 10 de outubro de 2015



 
 
 
 
Índice de Gini - Conceito
O Índice de Gini (ou Coeficente de Gini), que foi desenvolvido pelo estatístico italiano  Corrado Gini, em 1912, é um cálculo muito usado para avaliar as desigualdades sociais e o nível de concentração de rendimento de um país ou região.
Varia entre 0 e 1, podendo ser apresentado em percentagem. O 0 representa uma completa igualdade, ou seja, toda a população possui o mesmo rendimento; e o 1 corresponde a uma total desigualdade, em que apenas um número muito restrito de pessoas detém praticamente todo o rendimento.
Assim, quanto mais próximo de 0 for o o índice de gini de um país, mais igual ele é.
A fórmula de Gini é: A / (A+B) (X100)
·         A – Corresponde à área de concentração;
·         B – Corresponde à área após a curva de Lorenz.
 
 
 
 
 
Fontes:

 
http://desigualdade-social.info/indice-de-gini.html

Patrícia Santos




Coeficiente de Gini dos países da UE







Rita Santos

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Renata Soares

PSI-20

É o principal índice da Euronext Lisboa. É o principal índice de referência do mercado de capitais português. É composto pelas acções das vinte maiores empresas cotadas nabolsa de valores de Lisboa e reflecte a evolução dos preços dessas acções, que são as de maior liquidez entre as negociadas no mercado português.
O valor base do PSI-20 remonta a 31 de Dezembro de 1992 e foi de 3000 pontos.

Objetivos:


  • servir de indicador da evolução do mercado accionista português;
  • servir de suporte à negociação de contratos de futuros e opções.




Maria Luís Albuquerque


Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque (Braga, 16 de setembro de 1967) é uma economista,professora universitária e, desde 2 de julho de 2013, Ministra das Finanças do XIX Governo Constitucional de Portugal.
Licenciou-se em Economia na Faculdade de Economia da Universidade Lusíada de Lisboa em 1991 e é Mestra em Economia Monetária e Financeira pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa desde 1997.
Ministra de Estado e das Finanças de Portugal desde 2 de julho de 2013.



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Desigualdades Sociais

  
"O problema da desigualdade social não é a falta de dinheiro para muitos, e sim o excesso nas mãos de poucos. 
                                                                      Joao Carlos

                                                                 Fig. 1 - Desigualdade social no vetuário


Fontes:
http://pensador.uol.com.br/frases_sobre_desigualdade_social/
https://bibliblogue.files.wordpress.com/2010/04/classe-social-e-desigualdade.jpg

Graça Correia
nº7 12ºB